Conforme informações do Conselho das Cidades seguem as novas datas as quais serão realizadas as Conferências Estaduais no mês de Setembro/13.
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
ABC/FNSHDU em conjunto com a SEDUR/BA alteram datas de oficinas
Aos Senhores
Secretários de Habitação
Como deve
ser de do conhecimento de Vossa Excelência, a ABC e o FNSHDU, em conjunto com a
SEDUR/BA vão realizar um Encontro Técnico em Salvador/BA e, em função de
dificuldades na agenda do Ministério das Cidades, o evento transferiu-se para
os dias 24 e 25 do mês de outubro. A agenda prevê trabalhos ao longo dos dois
dias completos.
O local do
Encontro Técnico e a programação detalhada seguirão oportunamente.
Contando
com a imprescindível participação dessa entidade, renovamos nossos protestos de
consideração e apreço.
Respeitosamente,
Mounir Chaowiche Carlos Eduardo Xavier Marun
Presidente da ABC Presidente
do FNSHDU
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Inscritos no 'Minha Casa, Minha Vida' devem regularizar situação em Bauru.
Documentação deve ser entregue na Secretaria de Bem Estar-Social.
Foram registradas mais de 27 mil inscrições para o programa na cidade.
Segue até 27 de setembro, na sede da Secretaria do Bem Estar
Social (Sebes), em Bauru (SP), o atendimento aos inscritos para a fase II do
programa Minha Casa Minha Vida com pendências referentes à documentação
exigida.
Os interessados deverão comparecer à Sebes, que fica na
quadra 1 da Avenida Alfredo Maia, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das
13 às 17h, para a regularização.
A relação dos nomes dos inscritos pode ser consultada no
site da prefeitura de Bauru. Os inscritos foram divididos em duas relações, uma
com os nomes das pessoas aptas, ou seja, sem nenhuma pendência, e outra com os
nomes que apresentaram pendências documentais referentes ao cadastro único,
durante a fase de inscrição.
Em Bauru, foram registradas 27.642 inscrições para a fase II
do programa. A relação de sorteados foi publicada no dia 30 de agosto e a
relação pode ser vista na edição especial do Diário Oficial ou pelo site da
prefeitura.
Fonte: Do G1 Bauru e Marília
Termina nesta 6ª entrega de documentos do "Minha Casa, Minha Vida" em VV.
Os moradores de Vila Velha selecionados no programa Minha
Casa, Minha Vida, no cadastro de 2009 devem ficar atentos aos prazos de entrega
da documentação. Encerra nesta sexta-feira (06) o período para que os 650
selecionados do programa apresentem os documentos exigidos para a análise.
A entrega da documentação deve ser feita no antigo prédio da
Secretaria de Obras, na Avenida Carlos Lindenberg, ao lado da delegacia do
bairro Jaburuna. O programa vai oferecer residências no bairro Jabaeté.
Nesta primeira etapa do empreendimento, serão entregues
quase 500 apartamentos. A data de conclusão das obras ainda não foi divulgada.
Fonte: Redação Folha Vitória.
MDS publica portaria que dispõe sobre o processo de averiguação das informações cadastrais do Cadastro Único
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome publicou hoje no DOU a Portaria nº 94, de 4 de setembro de 2013 que dispõe sobre o processo de averiguação das informações cadastrais do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal e dá outras providências.
Acesse a Portaria na íntegra, clique aqui.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Para construir ou reformar.
Segmento de materiais de construção cresce 6,8% favorecido
pelo financiamento.
Rio - Com o aquecimento do setor da construção, as vendas no
varejo cresceram 6,8% no primeiro semestre do ano, em comparação a igual
período de 2012, segundo o IBGE. Para quem pretende construir ou reformar pode
ser o momento oportuno para aproveitar as modalidades de financiamentos
disponíveis na compra de material, que não atraem muito os consumidores em
função da falta de informação dos clientes. Bancos oferecem linhas de crédito
com taxas a partir de 0,90% ao mês e longo período para pagamento.
O Construcard, da Caixa Econômica Federal, trabalha com
juros que começam em 0,90% ao mês e mais Taxa Referencial com prazo de até 96
meses. O Banco do Brasil cobra 1,61% ao mês, mas as taxas variam conforme o
prazo e o estabelecimento da compra. O pagamento é feito em até 54 meses. Já no
Construshop, do Itaú-Unibanco, os juros são a partir de 2,52% ao mês, sem
cobrança de tarifas, e com até 54 meses para quitação. Procurado pelo DIA, o
Bradesco não se manifestou sobre as condições oferecidas.
Apesar das facilidades, os financiamentos representam pouco
no volume de vendas. “Das compras a prazo, 80% são feitas com cartão de
crédito”, frisou João Batista Junior, que presidiu a Associação da Rede
Construir até 2012. O cartão tem juros médios de 10% ao mês, muito acima das
linhas para compra de material de construção.
R$ 1 BILHÃO EM CRÉDITO
Lançado em junho, o Programa ‘Minha Casa Melhor’, destinado
à aquisição de móveis e eletrodomésticos, já repassou cerca de R$ 1 bilhão em
crédito a 220 mil famílias beneficiárias do ‘Minha Casa Minha Vida’, segundo a
presidenta Dilma Rousseff.
Cartão de crédito é o mais usado
Gerente da loja Dibrama, na Lapa, Marcelo Daumas França
afirma que a procura pelo Construcard não chega a 10% das compras. O meio mais
usado, ressalta, é o parcelamento no cartão de crédito.
Edilson Ribeiro, proprietário da Edil Material de
Construção, no mercado há 22 anos, diz que só atende a duas modalidades de
pagamento, sendo débito ou crédito (cartão) ou boleto. “Tentei cadastrar a loja
na Caixa, mas me exigiram tanta coisa, tantos documentos, que desisti”,
explica.
A comerciante Graciema da Silva prefere juntar dinheiro,
pesquisar e efetuar a compra de material à vista. “Há um ano fiz uma obra e
neste estou fazendo mais uma reforma. Viemos de Copacabana até o Centro da
cidade procurando os melhores preços”, conta.
PRINCIPAIS BANCOS
BANCO DO BRASIL
No BB, para crediário de R$ 5 mil, em 24 vezes e juros de
1,61% ao mês, a prestação fica em R$ 252,82 e o valor final alcança R$6.067,68.
A mesma quantia financiada em 60 meses, se for com taxa de 1,61%, a mensalidade
seria de R$130,58 e o valor total R$7.834,80.
ITAÚ-UNIBANCO
No Itaú-Unibanco, financiando R$ 5 mil em 24 parcelas a
2,52%, a prestação fica em R$ 280,18 e o valor final chega a R$6.724,32. Caso o
parcelamento seja em 60 meses, e se o banco cobrar a mesma taxa, a mensalidade
é de R$162,50, o que vai totalizar R$ 9.750 no término do financiamento.
CRÉDITO
Segundo o Banco Central (BC), a média diária do crédito
concedido às pessoas físicas cresceu 13% em julho. Neste semestre, o
crescimento foi impulsionado, principalmente, pela maior demanda por recursos
no cartão de crédito (22,2%) e no crédito consignado (16,3%).
PERFIL DO CLIENTE
Em todas instituições bancárias, as taxas variam conforme o
perfil e o histórico do cliente, havendo mais de uma tabela de juros.
CARTÕES
Nos três primeiros meses do ano foram movimentados R$ 189,43
bilhões em transações com cartões de crédito e débito no país, um crescimento
de 16,9% no primeiro trimestre deste ano em comparação a igual período de 2012.
A Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs)
estima que o setor feche 2013 com expansão entre 15% e 20%.
PAPEL-MOEDA
Além disto, o Banco Central informou que dinheiro continua
sendo o meio mais usado para pagamentos pelo consumidor, apenas para transações
de baixo valor. No entanto, o governo federal regulamentou recentemente o
pagamento por meio de dispositivos móveis, possibilitando o uso de celulares
smartphones para a finalidade de crédito e débito.
Fonte: Odia.ig.com
Saiba como utilizar o FGTS na compra da casa própria.
O uso do Fundo de Garantia pelo trabalhador é uma
oportunidade para pagar as prestações da casa própria, amortizar ou liquidar o
saldo devedor.
Os saques dos recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo
de Serviço) para a aquisição de imóveis aumentaram 21% no primeiro semestre de
2013. No total 732,5 mil pessoas retiraram o Fundo de Garantia contra 605,4 mil
no mesmo período, em 2012. Os valores chegam a R$ 4,853 bi contra R$ 4,163 bi
no ano passado, o que representa um aumento de 16,6%. De acordo com dados da
Caixa Econômica Federal (CEF), neste ano serão investidos R$ 42,6 bi em
habitação popular.
Boa parte do dinheiro utilizado para o financiamento
imobiliário é proveniente do FGTS. Mas antes de sacar a quantia é preciso tomar
algumas precauções. Para orientar os consumidores que pretendem usar o Fundo de
Garantia, a AMSPA - Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências
esclarece as principais dúvidas sobre o assunto.
Para Marco Aurélio Luz, presidente da entidade, é
recomendável usar o FGTS somente em último caso, pois é melhor mantê-lo como
reserva para quitar a dívida. Se o mutuário apenas abater parte do
financiamento, em um ano, os juros e a correção acabam consumindo o valor
reservado. “Canso de receber mutuário reclamando que pagou parte da dívida e,
depois de um ano, estava devendo o mesmo valor de antes”, declara.
O benefício do FGTS é permitido nos casos de redução do
valor das parcelas, na quitação do imóvel ou no pagamento das prestações em
atraso do SFH – Sistema Financeiro da Habitação; do programa Minha Casa Minha
Vida e de consórcio. Já no SFI – Sistema Financeiro Imobiliário, para imóveis
no valor acima de R$ 500 mil, o Fundo só pode ser usado para quitar o saldo
devedor. “Orientamos todos os compradores que busquem informações, antes de
sacar o dinheiro extra, para evitar surpresas futuras”, aconselha Ana Carolina
Bernardes, diretora jurídica da AMSPA.
Para ter o direito ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço,
nos empréstimos feitos pelo programa Minha Casa Minha Vida, é necessário ter
renda familiar mensal de até R$ 5 mil e o valor da casa própria não pode
ultrapassar o teto de R$ 190 mil. Além disso, deve-se comprovar que a renda
familiar não ultrapassa 30% dos rendimentos. Já nas modalidades SFH e do
sistema de consórcio pode-se sacar o FGTS, desde que o valor da propriedade
seja de até R$ 500 mil. “É possível somar o saldo do Fundo de mais pessoas, que
vão morar na residência, para pagar o saldo devedor do bem”, completa Ana
Carolina.
O Fundo de Garantia financia no máximo 80% do valor da
propriedade e para utilizá-lo é preciso ter, no mínimo, três anos de
recolhimento e o intervalo de dois anos, desde a sua última movimentação. O
direito do trabalhador, para o uso do FGTS, cabe apenas na aquisição de uma
moradia. “Ao utilizar o Fundo, o adquirente deverá apresentar documentos que
comprovem a ausência de vícios de construção, ou seja, problemas estruturais. O
registro do imóvel no cartório também deve ser comprovado”, explica Ana.
Outro cuidado que o dono do imóvel deve ter é, quanto ao
saque do FGTS, que não será liberado se ele estiver com mais de três prestações
em atraso. Além disso, o saque deve ser feito em parcela única para quitar no
máximo 12 mensalidades consecutivas. “Ao sacar do dinheiro, procure fazê-lo
depois do dia 10, quando ocorre a correção dos valores da conta”, ressalta Ana.
O prazo médio para liberação dos recursos do FGTS é de cinco
dias úteis, a partir da apresentação de documentos como: RG, CPF, carteira de
trabalho, número do NIS (PIS/PASEP), comprovante de residência e renda,
certidão de nascimento ou de casamento. Do imóvel é preciso apresentar a
certidão de matrícula e cópia do IPTU. “Nessa etapa é importante contar com
auxílio de um profissional para não ter erro”, alerta a advogada.
Fonte: Diariodolitoral.com
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Prefeitura Municipal lança oficialmente Projeto Habitacional em Fátima do Sul.
Secretário Estadual de Habitação e Cidades, Carlos Marun
garantiu a contrapartida do governo do estado. (Foto: Ribero Júnior/AgoraNews)
Na noite de ontem (02) a Prefeitura Municipal realizou o
lançamento oficial do projeto habitacional Minha Casa Minha Vida – Entidades,
que tem por objetivo viabilizar a construção de 300 casas no Jardim dos Ypês 1,
2 e 3, em Fátima do Sul.
A solenidade contou com a presença do prefeito municipal,
Júnior Vasconcelos (PSDB), vice-prefeito, Gilberto da Silva; presidente da Comunidade
Organizada em Defesa de Moradia nas Ocupações Irregulares, Famílias sem
Moradias no Mato Grosso do Sul (CRF), Valdo Pereira; diretor da Confederação
Nacional das Associações de Moradores em Mato Grosso do Sul, Francisco Alencar
Antunes; diretor da Caixa Econômica Federal, Sebastião Esteves; vereador e
presidente da Câmara Municipal, Emerson Cleber; secretário Estadual de
Habitação e Cidades, Carlos Marun; diretor da Sanesul, José Carlos Barbosa; os
vereadores presentes Nelson Pisano, Wagner Ponciano, Luís Cordeiro, Jairo
Fernandes, Cida Santos, Ronaldo do Lanche, João Hermes Pierretti e Antônio
Jóse, além dos secretários e moradores inscritos no projeto.
Segundo o diretor da Confederação Nacional da Conam,
Francisco Alencar Antunes, a construção das casas é o resultado de uma parceria
firmada entre poder legislativo e executivo. “É uma habitação diferente, digna
e graças ao esforço do secretário Estadual de Habitação tudo está acontecendo e
com a parceria dos poderes tudo está acontecendo ainda melhor. Estamos
trabalhando pela construção que é o carro chefe do nosso Brasil”, alegou o
diretor da Conam.
O secretário Estadual de Habitação e Cidades, Carlos Marun,
revelou estar feliz em participar do processo que vai melhorar as condições de
vida da população de Fátima do Sul. “O prefeito se encantou com a realização
desse projeto, ele tentou incansavelmente, os vereadores aprovaram o avanço e a
classe política se uniu em prol da população”, afirmou o secretário.
Marun explicou que existem várias etapas a serem cumpridas
no projeto e que a construção deve ser viabilizada por uma entidade sem fins
lucrativos, neste caso CRF, com participação ativa de todos. O secretário
também revelou que anseia construir moradias digna e por fim anunciou a
pavimentação asfáltica.
“Não construímos para a pessoa viver em casa nova, mas para
que a pessoa seja feliz em sua casa. Queremos que a moradia seja uma ferramenta
que facilite nesse sentido, tirando a pessoa do aluguel ou da casa do sogro. A
pessoa deve viver em sua casa com orgulho e alegre. Deixo um abraço do governador
do Estado, André Puccinelli, e reafirmo estamos conseguindo avançar lançando
esse empreendimento, que tem contrapartida e pavimentação asfáltica garantida
pelo governo do Estado”, comentou o secretário.
Em seu discurso, o prefeito Júnior Vasconcelos, anunciou
outra conquista para os moradores. “Vamos asfaltar o Jardim dos Ypês 1, 2 e 3,
mas também vamos completar o asfalto das 40 casas do outro Jardim dos Ypês”,
alegou o prefeito.
Júnior revelou que a escolha pela CRF é devido à competência
e responsabilidade nos compromissos firmados e que a entidade tem 19 anos de
história e tradição no Estado. Somente em Dourados foram construídas cerca de
1.000 casas e a CRF garante que as construções terão começo, meio e fim.
O prefeito explicou que foram realizadas inúmeras reuniões
até o lançamento oficial do projeto. “Em março realizamos uma reunião com a
entidade, em abril uma segunda reunião com a CRF para viabilização de um número
maior de casas, em maio uma reunião com secretário Marun para debater a
contrapartida, em junho reunião com a superintendência com a Caixa Econômica,
em julho outra reunião com a Caixa Econômica para discutir as documentações
exigidas e por fim aprovação da lei para o executivo dar continuidade a doação
dos terrenos e a entrega dos documentos finais”, argumentou Júnior.
Para o prefeito as pessoas precisam de atenção e que a
prefeitura pretende reduzir o déficit habitacional que atualmente é de 700
casas. “Nosso objetivo é zerar e estamos confiantes porque o governo através
das entidades está proporcionando essa oportunidade. Esse é o primeiro projeto,
mas nós vamos lançar muito mais porque com a parceria quem ganha é a população
e um homem nunca caminha sozinho, mas com homens que ele confia”, finalizou o
prefeito.
O projeto Minha Casa Minha Vida – Entidades é um
investimento de 15 milhões que viabilizará a construção de 300 casas, sendo que
cada residência contará com 02 quartos, sala, cozinha, banheiro, calçada,
asfalto, iluminação pública, drenagem, água encanada e uma praça no bairro.
Os contemplados deverão respeitar alguns critérios como
residir a dois anos em Fátima do Sul, ganhar de 0 a 3 salários mínimos,
quantidade de filhos, entre outros que serão esclarecidos nas próximas
reuniões.
Fonte: Dahoranoticias.com
Habitação popular
A habitação continua sendo o carro-chefe dos empreendimentos
destinados à correção do déficit de serviços essenciais na Região Metropolitana
de Fortaleza. Atualmente, faltam-lhe 100 mil unidades residenciais para os
trabalhadores com faixa de renda de até três salários mínimos.
Essa carência se observa nas demais regiões do País, em que
há as maiores concentrações urbanas. A dificuldade, apurada pelos órgãos de
pesquisa do governo, residiria na ausência de gestão habitacional efetiva no
âmbito municipal. As Prefeituras, sem recursos para financiar seus
investimentos, não evoluem no mesmo ritmo das ofertas do programa da casa
própria.
Esse descompasso causa sempre déficit crescente de moradia
pela presença cada vez mais constante, nas cidades, de grupos migrados nas
zonas rurais. O campo passou a ser a última opção de vida para os trabalhadores
sem terra, para os pequenos agricultores e para os grupos mais antigos,
beneficiados pela aposentadoria rural.
Nas pequenas e médias cidades, o trabalho avulso tem sido o
único caminho para a sobrevivência dos migrantes, acomodados em habitações
insalubres, carentes de serviços básicos como água potável e esgotamento
sanitário. Pelo programa Minha Casa, Minha Vida, os administradores locais,
beneficiados com linhas de financiamento de moradias para o público de baixa
renda, são obrigados a contribuir com uma cota-parte no planejamento dos
imóveis.
Essa contrapartida pode variar entre o terreno onde as casas
serão localizadas ou os equipamentos comunitários, como creches, escolas,
postos de saúde, unidades de convivência vicinal e praças de esporte. Os
pequenos municípios, com seus orçamentos comprometidos, geralmente encontram
dificuldades em fazer cumprir esses encargos.
Em razão dessas dificuldades, as empresas construtoras,
contratadas para a execução das obras, terminam por assumir vários dessas
obrigações. Entretanto, a falta de infraestrutura adequada e o elevado custo
para ser bancada pelos empreiteiros têm inviabilizado muitos empreendimentos
urbanos.
Em 2008, o déficit habitacional na Região Metropolitana de
Fortaleza chegava a 104 mil residências. Desse total, apenas 5.720 se referiam
à carência de moradias para trabalhadores com renda acima de três salários
mínimos. Para combater o déficit acumulado, foram contratadas 18 mil moradias
até 2012, segundo as estatísticas do Ministério das Cidades, sendo 4.852
habitações com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e
13.154 pelo Fundo de Arrendamento Residencial (FAR).
A produção habitacional tem nos preços dos terrenos urbanos
seu impedimento maior. A retomada do programa habitacional, com a abertura de
diversas linhas de empréstimo, elevou consideravelmente os valores dos imóveis
disponíveis. Esse fato e os custos de produção em escala ascendente se refletem
diretamente no preço final das casas, inviabilizando maior número de
financiamento por incompatibilidade da renda.
A entrada do Banco do Brasil no financiamento habitacional
começa a dar sinais de novos tempos na oferta de moradias. Fortaleza pode ser
beneficiada, neste segundo semestre, com a produção de 20 mil habitações para o
grupo de baixa renda. Esse plano não pode ter interrupções a médio prazo, se não
o déficit habitacional jamais será contido. A casa própria oferece ao mutuário
estabilidade para a família, melhores condições de vida e a garantia de um bem
de raiz.
Fonte: Diário do Nordeste
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Prefeitura de Natal divulga sorteados para o Minha Casa, Minha Vida.
Sorteio contempla empreendimento 'Vivendas do Planalto' I,
II, III e IV. Resultado será divulgado nesta segunda (2) a partir das 15h.
A Secretaria de Habitação, Regularização Fundiária e
Projetos Estruturantes (Seharpe) de Natal informa que o sorteio do programa
Minha Casa, Minha Vida, para os empreendimentos Vivendas do Planalto I, II, III
e IV, ocorrido no último sábado (31/8), com base na extração da Loteria Federal, terá o resultado dos contemplados divulgado a
partir das 15h no site da Prefeitura de Natal. A previsão da Seharpe é de que
as primeiras famílias comecem a ocupar os imóveis no fim de novembro.
O programa Minha Casa, Minha Vida teve 80.498 inscritos em
Natal, conforme dados divulgados pela própria Seharpe. O cadastramento ocorreu
no período de 10 de julho a 9 de agosto.
Na zona Leste se inscreveram 9.404 pessoas pela internet e
954 de forma presencial, totalizando 10.358 cadastrados (12,87%). A zona Norte
foi a que mais teve inscritos com 31.471 via internet e 2.950 nas escolas
municipais credenciadas, totalizando 34.421 inscrições (42,76%). A zona Oeste
registrou 22.118 inscrições online e 4.164 presenciais, totalizando 26.282
cadastramentos (32,65%). Na zona Sul foi registrado o menor número de
inscrições, totalizando 9.437 pessoas (11,72%), sendo 8.559 pela web e 878 no
telecentro e nas escolas.
Os 896 apartamentos da primeira etapa do programa
localizados no condomínio Vivendas do Planalto, no bairro homônimo, estão
praticamente concluídos. Desses, 359 atenderão aos assentamentos de Monte
Celeste e 8 de Outubro. Mais 54 unidades serão destinadas para deficientes
físicos e idosos. Os 483 apartamentos restantes foram para sorteio.
Com o sorteio realizado neste último sábado (31/8), a
secretaria deu início a análise cadastral, que inclui a renda do pretendente à
casa própria, bem como a conferência da documentação exigida para montar os
dossiês que serão enviados à Caixa Econômica. O processo dos dossiês levará em
torno de dois meses.
Todos os sorteados serão convocados por carta, telefonema ou
e-mail para a apresentação da documentação exigida. Os selecionados assinarão
contrato por Instrumento Particular de Venda e Compra Direta de Imóvel
Residencial.
O valor máximo para a aquisição do imóvel é de R$ 61 mil e o
financiamento será parcelado em 10 anos, com prestação mínima de R$ 25 e máxima
de R$ 80, correspondendo a 5% do valor da renda bruto familiar. Para fins de
seleção não será considerada a ordem de inscrição.
Além do Vivendas do Planalto, a secretaria tem outro projeto
contratado e em andamento no conjunto Pajuçara, na zona Norte. Trata-se do Morar
Bem, que ofertará 176 apartamentos. Ainda de acordo com a Seharpe, existem 18
projetos em análise tramitando entre a Prefeitura e a Caixa Econômica,
perfazendo um total de 3.392 unidades habitacionais, sendo 1.344, na zona
Norte, e 2.048, nos bairros Planalto e Guarapes, na zona Oeste.
Fonte: Do G1 RN.
Cohab contempla 848 famílias com a casa própria
O sonho da casa própria virou realidade, neste sábado (31),
para 848 famílias inscritas na Companhia de Habitação Popular de Curitiba
(Cohab). Em cerimônia que contou com a presença do prefeito Gustavo Fruet, elas
receberam as chaves dos apartamentos dos residenciais Cidade de Broni, no Campo
do Santana, e Novo Bairro V, no Ganchinho, ambos destinados para famílias da
faixa de renda entre R$ 1,6 mil e R$ 3,1 mil.
“Estamos fazendo uma gestão voltada para a habitação. Estas
entregas de hoje fazem parte de um grande esforço concentrado para entregarmos
três mil unidades até o final de setembro. Só nesse primeiro ano de mandato
fecharemos com 4,9 mil moradias entregues. A meta é viabilizar 15 mil unidades
habitacionais em nossa gestão”, afirmou o prefeito Gustavo Fruet.
Pela manhã foi inaugurado o Residencial Cidade de Broni,
conjunto formado por 512 apartamentos em condomínio com quadra esportiva, salão
de festas com churrasqueira,
estacionamento, guarita e parque infantil. Os apartamentos têm dois
quartos, sala, cozinha e banheiro.
A implantação do empreendimento significa investimentos de
R$ 38,4 milhões, recursos do programa Minha Casa Minha Vida, que está sendo
implantado em Curitiba graças a uma parceria da Prefeitura, Cohab e Caixa
Econômica Federal. A Caixa libera os recursos e administra a obra; a Prefeitura
concede incentivos fiscais e construtivos para as empresas; a Cohab identifica
a demanda e faz a comercialização das unidades.
O analista fiscal Reginaldo Fonseca, 38 anos, e sua esposa
Joanice não escondiam a felicidade por realizar o sonho de ter um imóvel
próprio. Contemplados com um apartamento no Residencial Cidade de Broni, eles
poderão deixar o espaço cedido no terreno da mãe dela, em Campo Largo. “Agora
seremos mais independentes, vamos ter nosso próprio canto. É uma alegria sem
tamanho vir morar num conjunto tão bonito”, diz ela.
Fonte: Paraná online
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