O 61º Fórum Nacional de Habitação de Interesse Social de
2014, evento promovido pela ABC e pelo FNSHDU, acontecerá entre os dias 26 e 28
de março de 2014, em Brasília. Não fique de fora.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Minha Casa, Minha Vida prevê 700 mil novas moradias para 2014
A questão de habitação no Brasil ainda representa um desafio
para a política brasileira. Com décadas sem programas de incentivo no segmento,
o país acumulou um déficit habitacional gigantesco entre as famílias mais
pobres, que buscaram alternativas com construções informais em áreas
periféricas e morros. A criação do programa Minha Casa, Minha Vida, em 2009,
tenta reverter esse quadro, construído com anos de inexistência de políticas
públicas no setor de habitação. O benefício, que já investiu R$ 198,6 bilhões,
equivalente a três milhões de unidades habitacionais desde sua criação, promete
construir aproximadamente 700 mil moradias para 2014. No entanto, mesmo
representando novo fôlego para o acesso à casa própria, especialistas afirmam
que o programa deve exercer alguns reajustes na sua execução.
Para 2014, o Ministério das Cidades prevê investimento de
aproximadamente R$ 30 bilhões no programa. Ao surgir em 2009, o programa foi
tido como o primeiro de habitação federal desde 1986, após o fim do Banco Nacional
de Habitação (BNH), voltado para o financiamento e produção de empreendimentos
imobiliários. Hoje, mesmo com a atuação do recurso, que já garantiu residência
a mais de 1,4 milhão de famílias, o déficit habitacional no Brasil equivale a
6,94 milhões de domicílios, de acordo com o Censo 2010, o que representa um
longo caminho a ser percorrido para sanar o problema.
O presidente do Instituto Brasileiro de Arquitetos do Rio de
Janeiro (IAB-RJ), Pedro da Luz Moreira, exalta o programa, que tem conseguido
atingir as famílias que mais sofrem com o déficit habitacional: com renda entre
0 e 3 salários mínimos. Essas famílias, que garantiram suas moradias de maneira
informal, agora podem ter acesso à habitação própria formalizada.
“O programa "Minha Casa, Minha Vida" tem grande
mérito. Com a extinção do BNH em 1986, de lá pra cá o país não tem tido, do
ponto de vista de articulação nacional, um programa habitacional. Tem o mérito
de tentar recriar essa política habitacional. Todos sabemos as faixas onde estão
concentrados os déficit habitacionais: nas famílias que ganham de 0 a 3
salários mínimos, que são as mais frágeis em acessar o mercado formal. Não são
atendidas pelo mercado formal, se viram de outra maneira, através da
autoconstrução, nas favelas. O programa tem esse mérito. É um programa que todo
país desenvolvido no mundo teve”, elogia.
O programa atua de forma nacional, com impacto significativo
em todos os estados brasileiros. O que mais recebeu unidades habitacionais foi
o estado de São Paulo, com 559.985 casas, seguido por Minas Gerais, Bahia, Rio
Grande do Sul, Paraná e Rio de Janeiro. Somadas, as unidades dos seis estados
equivalem a um investimento superior a R$ 115 bilhões, recursos repassados
diretamente às empresas, e não para os entes públicos. Roraima, estado
contemplado com o menor número de unidades, recebeu 8.370 residências do
programa, no valor total de mais de R$ 432 milhões.
Acesse a íntegra, clique aqui.
Fonte: Jornal do Brasil
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Reunião ABC, FNSHDU e ABECIP – PMCMV-SUB 50 Repasse de recursos
Aos Agentes e Instituições Financeiras operantes do PMCMV - SUB50
Tendo em vista os atrasos nos repasses dos recursos do
Programa Minha Casa Minha Vida, modalidade Oferta Pública (PMCMV-SUB 50)
operado em grande parte por agentes públicos e privados, filiados à Associação
Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos de Habitação e à Associação Brasileira
das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança, estamos convidando essa
entidade para participar de uma reunião na próxima quarta feira, dia 22,
conforme programação abaixo:
Data: 22 de janeiro
Horário: das 14h00 às 16h00
Local: Sede da ABC – SCN, Q1, L 2 – Edifício Central Park,
19º Andar, Conjunto 1907 – Brasília
Pauta: A situação das obras em andamento e as conseqüências
dos atrasos dos repasses, e encaminhamentos
Solicitamos a confirmação do comparecimento dessa entidade, informando
o número de participantes, até a próxima segunda feira, dia 20 de janeiro.
Contando com a costumeira atenção de Vossa Senhoria,
renovamos nossos protestos de consideração e apreço.
Atenciosamente,
Carlos Marun Mounir Chaowiche Octavio de Lazari Júnior
Presidente do FNSHDU Presidente da ABC Presidente da ABECIP
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
DF - Minha Casa, Minha Vida/Morar Bem – Programa habilita mais de mil famílias nesta quarta-feira
Mais 1.171 famílias foram habilitadas pelo programa Minha
Casa, Minha Vida/Morar Bem. A publicação, da Secretaria de Habitação,
Regularização e Desenvolvimento Urbano (Sedhab) e da Companhia de
Desenvolvimento Habitacional (Codhab), está no Diário Oficial do Distrito
Federal (DODF) desta quarta-feira (15). Com a nova lista, já são mais de 82 mil
habilitados pelo programa.
Da relação divulgada hoje, 837 são da Relação de Inscrição
Individual (RII) e 334 da Relação de Inscrições por Entidade (RIE), ou seja,
com indicação de cooperativas. Deste montante, 282 pessoas vão morar em prédios
construídos por empresas, cinco em unidades habitacionais no Jardins Mangueiral
e 47 famílias vão residir em apartamentos construídos por cooperativas.
Segundo o secretário de Habitação, Geraldo Magela, estas
pessoas estão mais próximas de conseguir a tão sonhada moradia no Distrito
Federal. “Essas famílias estão de acordo com a política habitacional do DF”,
destacou Magela.
O próximo passo é enviar os dados dessas famílias ao banco,
com o objetivo de permitir a assinatura do contrato de financiamento.
Para participar do Programa Minha Casa, Minha Vida/Morar Bem
é preciso estar inscrito no Novo Cadastro da Habitação — uma das ferramentas do
Programa Morar Bem. Ao todo foram 375.960 candidatos inscritos, sendo 323.015
na RII e 52.945 na RIE.
Os nomes das pessoas habilitadas está no site do Programa
Morar Bem: www.morarbem.df.gov.br.
Fonte: CODHAB
BA - Beneficiados do programa "Minha Casa" estão vendendo os imóveis
Com o início do ano, muitos planejam fechar grandes negócios
e realizar o sonho da casa própria, um dos mais cobiçados pelos brasileiros. Do
outro lado, há quem prefira desfazer de algumas conquistas, como é o caso de
alguns beneficiados pelo programa do Governo Federal Minha Casa Minha Vida. Na
tarde de segunda-feira, a Tribuna flagrou alguns imóveis sendo comercializados
ilegalmente, em Cajazeiras XI e Boca da Mata. A Caixa Econômica Federal
ressalta que sob hipótese alguma o morador pode vender ou alugar enquanto a
moradia não estiver quitada. Para finalizar a quitação, os moradores ainda
precisam pagar cerca de 18 anos.
Os imóveis são destinados a pessoas que se enquadram no
perfil das famílias de baixa renda, uma das exigências do governo federal, e
sonham em adquirir a casa própria. Por exigência da Caixa, quem não tem
interesse em ocupar o imóvel deve devolver o apartamento para a Caixa Federal,
responsável pelo financiamento. Assim, outras famílias seriam beneficiadas.
Contudo, apesar de proibida, a comercialização destes imóveis é comum em muitos
condomínios construídos no Estado. Em sites de anúncios na internet, também é
possível encontrar publicações de vendas e procura de imóveis, através do Minha
Casa Minha Vida.
Após denúncias de moradores da região, a Tribuna constatou
ofertas de vendas e aluguéis de apartamentos no Condomínio Residencial Assis
Valente, Boca da Mata. Apesar de terem sido beneficiados há cerca de dois anos,
alguns moradores nunca moraram no imóvel e outros o colocam à venda. Dividido
em dois quartos, sala, cozinha e banheiro, moradores garantem que o preço médio
do aluguel está em torno de R$ 300. Já a efetivação da compra está em torno de
R$ 25 mil. “Tem um vendendo no bloco 14 e outro no bloco 4. Os dois custam o
mesmo valor R$ 25 mil”, conta um morador sem se identificar.
Questionada se eles já podem ser considerados donos dos
apartamentos para vendê-los, uma moradora, identificada apenas como Domingas,
foi taxativa. “Só seremos donos depois que pagarmos tudo. São 20 anos. Ainda
faltam 18”, contou, completando que em outro empreendimento do mesmo programa
Federal há imóveis à venda. “O de lá de baixo é novinho. Os moradores estão
chegando agora, mas já tem alguns sendo vendidos”, disse. O imóvel só pode ser
comercializado após 10 anos da assinatura do contrato ou quando o proprietário
quita de forma integral o valor, devolvendo o subsídio ao Governo.
Caixa vai apurar as denúncias
Sobre a denúncia, a Caixa Econômica Federal informou,
através de nota, “que vai apurar as denúncias e, em se confirmando, adotará as
providências legais cabíveis. Os imóveis do Programa Minha Casa, Minha Vida
destinados às famílias com renda de até R$ 1.600,00 (faixa 1) não podem ser
comercializados”.
O banco ainda pontuou que o cancelamento do contrato é a
principal medida a ser tomada, caso a irregularidade seja constatada. “Em se
constatando que houve desvio de finalidade nesta faixa do Programa, entre eles,
o repasse do imóvel para terceiros, a CAIXA adota os procedimentos legais para
cancelar o contrato e repassar a unidade para outra família que esteja inscrita
e selecionada pelo Programa. Neste caso, o próprio contrato e a lei estabelecem
que as famílias, ao longo de 10 anos, não poderão alugar, ceder ou vender as
unidades habitacionais, sob pena de devolverem, integralmente, os subsídios
recebidos ou, na falta deste procedimento, perderem o direito ao imóvel”.
Em 2011, outros registros da comercialização irregular foram
apontados na Bahia. Após tomar conhecimento do fato, a presidente Dilma Rousseff orientou o
governo a retomar os apartamentos do Programa Minha Casa, Minha Vida que foram
vendidos irregularmente no Residencial Nova Conceição, em Feira de Santana. Na
ocasião, a Controladoria Geral da União (CGU) prometeu análise da necessidade
de mudanças nas regras do programa para coibir a inadimplência nos contratos e,
principalmente, o repasse.
Fonte: Tribuna da Bahia
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Selo de Mérito 2014: inscrições podem ser feitas até quinta-feira
As
inscrições para o Prêmio Selo de Mérito 2014 foram prorrogadas até o dia 16 de
janeiro, próxima quinta-feira. A Associação Brasileira de Cohabs e o Fórum
Nacional de Habitação de Interesse Social adiaram o prazo final para as
inscrições devido às diversas solicitações de interessados em participar da
premiação. As entidades públicas da Administração direta ou indireta podem se
inscrever por meio do site da ABC
http://www.abc.habitacao.org.br/index.php/inscricoes-para-o-premio-selo-de-merito-2014/
O prêmio
Selo de Mérito visa promover, estimular e divulgar os projetos relevantes dos
Estados e Municípios no âmbito da habitação de interesse social, entre outros
objetivos.
Para
participar da premiação, os projetos devem estar enquadrados nas seguintes
categorias: Projetos de impacto regional, com foco em ações de
sustentabilidade; Projetos focados no atendimento a Grupos Sociais Específicos;
Projetos realizados em municípios com população de até 50 mil habitantes;
Aprimoramento do modelo de gestão para o fortalecimento do Sistema de Habitação
de Interesse Social. Ao todo serão 12 projetos premiados. A outorga do Prêmio
Selo de Mérito 2014 será entregue durante o 61º Fórum Nacional de Habitação de
Interesse Social, que será realizado entre os dias 26 e 28 de março do próximo
ano.
Fonte: Site da ABC
ES - Nossa Casa beneficia 27 famílias com a construção de habitações rurais em Baixo Guandu
O Governo do Espírito Santo irá beneficiar 27 famílias do
município de Baixo Guandu com a construção de casas populares. No último dia 09
de janeiro o Instituto de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Idurb) realizou a
assinatura dos contratos do Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR), que
conta com parceria entre o Ministério das Cidades, Instituto Nacional de
Colonização e Reforma Agrária (Incra), Caixa Econômica Federal e Governo
Estadual, por meio do Idurb pelo Programa Nossa Casa.
A ação beneficia famílias de agricultores e trabalhadores
rurais do distrito de Vila Nova do Bananal e conta com investimento superior a
R$ 1 milhão. As casas serão construídas em alvenaria, com área total de 73,75
m², e custo de R$ 36, mil cada. O prazo para a execução das obras é de 12
meses.
A diretora-presidente do Idurb, Raquel Lessa, destacou a
importância da obra para as famílias. “A casa própria é sinônimo de segurança e
bem estar, por isso, o Governo do Estado tem como compromisso oferecer moradias
mais dignas à população capixaba”, frisou Raquel.
De acordo com o prefeito de Baixo Guandu, Neto Barros, a
sinergia entre o poder público e a sociedade civil organizada, por meio de uma
política habitacional criada exclusivamente para o campo, possibilita a
garantia de uma moradia mais digna, segurança e bem estar para as famílias de
Baixo Guandu. “Esta é a resposta das ações voltadas para melhorar as condições
de vida daqueles que vivem no campo. Será mais de R$ 1 milhão investido para
garantir uma casa digna àqueles que produzem alimentos para as nossas mesas.
Isto é só o começo. Outras famílias também serão beneficiadas”.
Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR)
O Programa Nacional de Habitação Rural tem como objetivo
promover a redução do déficit habitacional nos municípios capixabas, e atende
agricultores familiares enquadrados no Programa Nacional de Reforma Agrária –
PNRA, representados e organizados por grupos de forma associativa, por
entidades sem fins lucrativos, ligados ao meio rural (Cooperativas,
Associações, Sindicatos) ou pelo Poder Público.
Programa Nossa Casa
O Nossa Casa possui três modalidades para disponibilização
de recursos: em parceria com a Caixa Econômica Federal; com recursos
provenientes do Pró-Moradia, do Governo Federal; ou ainda com os recursos
exclusivos do Governo Estadual. Em alguns casos, ainda há parceria com as
prefeituras.
O programa tem como foco famílias com renda de ate três
salários mínimos, incluídas no Cadastro Único, com atendimento prioritário para
famílias do Programa Incluir e que residam em áreas de riscos e nos aglomerados
do Programa Estado Presente.
Fonte: Portal do Governo do ES
Secretário Júlio Eduardo assina contratos de R$ 425 milhões para obras de mobilidade urbana em Porto Alegre
O secretário nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana do
Ministério das Cidades, Júlio Eduardo dos Santos, disse nesta
terça-feira(14/01), durante a assinatura de oito contratos de mobilidade urbana
entre o Ministério das Cidades e a Prefeitura de Porto Alegre, que o país
começa a pensar em mobilidade urbana de forma sistemática como aumento dos
recursos e a implantação de uma política nacional. “Nunca tivemos outro momento
da nossa história com tantos investimentos. O Brasil passou por 30 anos sem
investimentos na área de Mobilidade Urbana e hoje estamos passando por uma transformação
que o país está vivendo”, disse o secretário Júlio Eduardo.
Na ocasião, foram assinados oito contratos de financiamento
no valor de R$ 425 milhões, que somados a outros contratos já assinados de R$
427 milhões, irão totalizar cerca de R$ 888 milhões em investimentos na área
para Porto Alegre. O secretário de mobilidade urbana observou que por meio das
ações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Grandes Cidades, Médias
Cidades, obras para Copa e do Pacto da Mobilidade, o investimento no estado do
Rio Grande do Sul é aproximadamente R$ 7,5 bilhões.
Júlio Eduardo citou o Pacto da Mobilidade Urbana, em que a
presidenta da República, Dilma Rousseff, destinou em junho de 2013, R$ 50
bilhões para obras de mobilidade urbana em todo país. Inicialmente, o Governo
Federal destinou os recursos para projetos estruturantes que atende as oito
principais regiões metropolitanas do Brasil e em um segundo momento atenderá as
cidades com mais de 700 mil habitantes. “No ano passado tivemos as
manifestações que nós presenciamos e a presidenta Dilma respondeu de imediato
por meio do anúncio do pacto que contempla menor tarifa, mais qualidade, participação e controle social por parte da
sociedade e mais investimentos”, afirmou.
O secretário de mobilidade urbana explica que com os
investimentos do Pacto da Mobilidade Urbana somados aos R$93bilhões já selecionados,
atualmente, o Brasil possui R$143bilhões em investimentos para a área. “Com
certeza, pouquíssimos países no mundo estão investindo em Mobilidade Urbana
valores semelhantes aos que estamos disponibilizando”, finalizou Júlio Eduardo.
Contratos - As oito obras contempladas com o financiamento
são: Corredor da 3ªPerimetral, Corredor da Avenida Tronco, Corredor da
Voluntários da Pátria, Corredor da Padre Cacique, BRT Bento Gonçalves, BRT
Protásio Alves, Prolongamento da Av. Severo Dullius e Complexo da Rodoviária.
Após a assinatura de hoje, o Governo Federal garante à
Prefeitura de Porto Alegre 100% dos recursos para as obras através de
financiamentos com investimentos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço
(FGTS) e do Fundo de Amparo do Trabalhador (FAT)com juros totalmente
subsidiados e longo prazo.
Fonte: Assessoria de Comunicação Social, Ministério das Cidades
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Programa Minha Casa, Minha Vida receberá R$ 1 bilhão
O recurso, que porém do Fundo de Desenvolvimento Social,
será aplicado na construção de moradias voltadas para famílias com renda até R$
1,6 mil
Brasília - O Conselho Curador do Fundo de Desenvolvimento
Social (FDS), presidido pelo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, decidiu
destinar em 2014 R$ 1,168 bilhão para o Programa Minha Casa, Minha Vida.
O recurso, definido em resolução publicada no Diário Oficial
da União (DOU), será aplicado na construção de moradias voltadas para famílias
com renda até R$ 1,6 mil.
As regiões Sudeste e Nordeste ficarão com as maiores fatias
da verba, com 41,51% e 30,08% do total, respectivamente. Depois vêm Sul
(10,44%), Norte (9,57%) e Centro-Oeste (8,40%).
Segundo a resolução, o Plano de Metas e Diretrizes do FDS,
que contempla a destinação desses recursos ao Minha Casa, Minha Vida, poderá
ser revisto pelo Conselho Curador do Fundo no decorrer do exercício de 2014 e
sempre que necessário.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
GDF convoca 1.484 famílias para programa 'Morar Bem'
Convocados devem procurar Codhab para viabilizar
financiamento da casa.
Programa tem 376 mil famílias inscritas; veja lista de contemplados.
A Secretaria de Habitação do Distrito Federal divulgou nesta
quarta-feira (8) a lista com os nomes de 1.484 famílias convocadas pelo “Morar
Bem”, o programa habitacional do governo na capital federal.
O próximo passo é o envio de documentos à Companhia de Desenvolvimento
Habitacional do DF (Codhab) para viabilizar a assinatura de contrato de
financiamento da casa própria. Veja a lista.
Do total, 1.231 são da "Relação de Inscrição Individual (RII)" e 253
da "Relação de Inscrições por Entidade (RIE)". Entre os contemplados
por entidade, o GDF informou que 226 famílias vão morar em prédios construídos
por empresas, dez em empreendimentos construídos por cooperativas habitacionais
e 17 com moradias no Jardins Mangueiral.
As pessoas chamadas individualmente devem comparecer ao núcleo de atendimento
da Codhab, no edifício Embaixador, na quadra 4 do Setor Comercial Sul, das 8h
às 16h. Quem se inscreveu por entidades deve procurar o atendimento da
companhia no edifício Sedhab, na quadra 6 também do Setor Comercial Sul.
Para participar do programa habitacional Morar Bem é preciso estar inscrito no
"Novo Cadastro da Habitação" do GDF. Segundo a Secretaria de
Habitação, 375.960 famílias estão inscritas, sendo 323.015 no registro
individual e 52.945 no cadastro por entidade.
Fonte: G1
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Ministro das Cidades defende que Minha Casa, Minha Vida vire política de estado
O ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), avaliou que o programa Minha Casa, Minha Vida deve ser pensado como uma política de estado. Segundo ele, o programa é um dos destaques do primeiro mandato da presidenta Dilma Rousseff (PT).
“O programa é uma conquista social de todos os brasileiros e não consigo ver como um novo governo pode retroceder algo que veem dando certo. Por isso, a presidenta Dilma afirmou que um terceiro momento deve ser pensado”, afirmou o ministro, que é vice-presidente do Partido Progressista na Paraíba.
De acordo com Aguinaldo Ribeiro, a política nacional de habitação deve seguir atrelada aos novos avanços. “Esse é o desafio da reforma urbana: avançar na estratégia de desenvolvimento urbano integrado para as cidades brasileiras”, disse. A área de habitação, segundo ele, é uma ferramenta importante para o planejamento urbano. “Avançamos muito nessa área. Agora é preciso integrá-la cada vez mais com as ações de mobilidade e saneamento”, observou.
Ele reforçou que o governo está progredindo na discussão federal, mas para que a reforma urbana tenha efetividade é preciso que a discussão aconteça também nos estados e municípios. “Precisamos atrelar as ações e planos que desenvolvemos com o objetivo de alcançar um Sistema Nacional de Desenvolvimento Urbano integrado”, disse.
O Minha Casa, Minha Vida foi criado em 2009 com o objetivo de facilitar o acesso à casa própria para famílias de baixa renda. De acordo com a apresentação do ministro das Cidades, o MCMV também é um forte contribuinte para o crescimento econômico do país, para a geração de renda e emprego. A cada R$1 milhão investidos no programa são gerados 32 postos de trabalho, o que gera R$ 744 milhões na renda do país.
“Não adianta você ter o espaço, se você não tem a qualidade de vida boa. Por isso, que a geração de emprego também é fundamental do ponto de vista humano”, pontuou Ribeiro
Aguinaldo Ribeiro destacou ainda os avanços já alcançados no país: “Se hoje estamos discutindo o que é preciso ser feito no futuro é porque já vencemos muitas etapas”. Segundo ele, a discussão só é possível por meio dos marcos legais que foram conquistados com a colaboração dos movimentos sociais.
Fonte: Liberdade Notícias - Paraíba
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