quinta-feira, 13 de março de 2014
Governo atrasa pagamentos do ‘Minha Casa’ para melhorar situação fiscal
BRASÍLIA - Para melhorar as contas fiscais, o governo atrasou neste início de ano os pagamentos às empresas que constroem as habitações destinadas às famílias de renda mais baixa inscritas no Minha Casa, Minha Vida, o principal programa da presidente Dilma Rousseff. No mesmo mês em que recebe a visita da agência de classificação de risco Standard & Poor's, que colocou a nota do País em xeque pela desconfiança em relação às contas públicas, a equipe econômica tem recorrido ao mesmo artifício que usou para fechar as contas do ano passado: segurar os repasses feitos aos bancos oficiais do dinheiro destinado a pagar as construtoras de acordo com a execução das obras.
O Estado ouviu dezenas de construtoras responsáveis pelos empreendimentos que vão ser entregues às famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil (faixa 1 do programa habitacional). Sob a condição de anonimato, com medo de represálias do governo, os empresários foram unânimes em confirmar os atrasos, que chegam, em alguns casos, a um mês. O que estranha as empresas é o governo segurar os pagamentos já no segundo mês do ano. No fim do ano passado, foi a primeira vez, desde 2009 (quando o programa foi criado), que houve atrasos nos pagamentos às construtoras do programa de habitação.
O objetivo do governo é tornar os dados fiscais de fevereiro "menos ruins", como definiu uma fonte da equipe econômica. Diante da frustração da arrecadação no mês passado, e com a enorme pressão colocada pelo mercado financeiro e por investidores externos ao comportamento mensal dos dados fiscais, o governo se viu "forçado" a represar despesas. Internamente, o governo admite que o dinheiro sairá dos cofres públicos para as empreiteiras, no entanto, esse atraso permite salvar um período mais difícil das contas. Isto é, quando a arrecadação melhorar, como esperam os técnicos do governo, esse expediente poderá ser suspenso.
Procurados, os bancos públicos - Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil - informaram que a liberação dos recursos é feita pela Secretaria do Tesouro Nacional. Mesma resposta forneceu o Ministério das Cidades, operador do programa de habitação. O Tesouro Nacional, em nota, afirmou que os repasses estão seguindo a programação normal e que foram liberados R$ 3,9 bilhões neste ano.
Fonte : ESTADÃO
Murilo Rodrigues Alves e João Villaverde, da Agência Estado
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HABITAÇÃO E MORADIA - NOTICIAS OFICIAIS
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quarta-feira, 12 de março de 2014
Experiência cearense ganha prêmio nacional de Habitação
O projeto de habitação realizado pelo Governo do Estado, por
meio da Secretaria das Cidades, no município de Martinópole, na região Norte do
Estado, ganhou o prêmio Selo de Mérito 2014, na categoria Habitação. O prêmio,
promovido pelo Fórum Nacional de Secretários de Habitação e Desenvolvimento
Urbano (FNSHDU) e pela Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos de
Habitação (ABC), reconhece as experiências bem sucedidas em melhorias
habitacionais e de urbanização. Esta é a segunda vez que a Pasta recebe a
premiação.
Em 2011, na categoria Urbanização, a Secretaria das Cidades levou
o Selo de Mérito pelas boas práticas realizadas com o Projeto Rio
Maranguapinho. Os projetos premiados serão apresentados no "Fórum Nacional
de Habitação de Interesse Social de 2014", que será realizado entre os
dias 26 e 28 de março, em Brasília.
O "Selo de Mérito 2014" será conferido durante a
Sessão Solene de Abertura, no dia 26. A metodologia realizada pela técnica
social Guaracimeire Matos, da Coordenadoria de Desenvolvimento da Habitação de
Interesse Social (CDHIS), em Martinópole, foi executada a partir da
"Educação biocêntrica" que tem como finalidade auxiliar o
desenvolvimento de organização comunitária com as famílias beneficiadas com o
Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). De acordo com a colaboradora da
Secretaria das Cidades, é importante que seja destacado a parceria do Governo
do Estado com a prefeituras municipais na questão do apoio às comunidades
carentes de cada localidade.
"Além da casa nova, as famílias necessitam de um
fortalecimento social que desperte interesses humanos e até mesmo
profissionais". "Com o método da educação biocêntrica observamos que
há um resultado positivo por meio dessa abordagem inovadora implantada, na
esfera pública, pela Secretaria das Cidades", afirma.
PRÊMIO - O prêmio Selo de Mérito é promovido pela Associação
Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos de Habitação (ABC) e o Fórum Nacional
de Secretários de Habitação e Desenvolvimento Urbano (FNSHDU) e tem como
objetivo estimular e difundir as experiências bem sucedidas desenvolvidas pelos
órgãos públicos estaduais e municipais no âmbito da habitação de interesse
social. Vinte e nove projetos foram analisados pela comissão julgadora da
premiação. 11.03.2014 Assessoria de Imprensa da Secretaria das
Cidades comunicacao@cidades.ce.gov.br / 85 3207.5249 / @scidades
Fonte: CBN Foz
segunda-feira, 10 de março de 2014
Cem mil famílias serão habilitadas no “Minha Vida/ Morar Bem” no Distrito Federal
Até junho, GDF também concluirá as licitações para a
construção de 100 mil moradias
BRASÍLIA (10/3/14) -
A Secretaria de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano (Sedhab) deve
concluir no primeiro semestre de 2014 as licitações para contratar a construção
das 100 mil unidades habitacionais previstas no programa "Minha casa, Minha
Vida/ Morar Bem" no Distrito Federal. Também até junho deste ano deverão
estar habilitadas as 100 mil famílias inscritas no programa. Dessa forma, o GDF
alcançará as duas metas estabelecidas quando lançou o projeto, em 2011.
Atualmente, a construção de 93 mil unidades habitacionais
foi contratada por meio de licitação, e 87 mil famílias estão habilitadas pelo
programa a adquirir a casa própria. Há 370 mil inscritos e um novo cadastro
deve ser aberto em 2015.
Para atingir os objetivos propostos, o GDF concluirá a
entrega das casas e apartamentos no empreendimento Jardins Mangueiral e avançar
na entrega dos apartamentos do Parque do Riacho, no Paranoá Parque, de dois
prédios em Santa Maria e do projeto H4, em Samambaia. Também iniciará a
construção do Residencial Parque das Bençãos, no Recanto das Emas, do Itapoã
Parque, dos conjuntos Crixás e Nacional, em São Sebastião, e do Planaltina
Parque, localizado em um terreno antes utilizado pela Embrapa, às margens da
rodovia BR-020.
"Dependendo do ritmo das obras, poderemos entregar
ainda este ano unidades habitacionais no Parque das Bençãos e no Itapoã",
antecipou o secretário de Habitação do DF, Geraldo Magela.
Regularização – Mas não é apenas a construção de moradias
que deverá avançar bastante em 2014. O GDF, por meio da Sedhab, também quer
acelerar a regularização fundiária, entregando escrituras a quem, em muitos
casos, mora há mais de 40 anos em determinado local sem possuir o documento que
garanta a posse definitiva do imóvel ou do terreno.
"Nós vamos avançar muito na chamada regularização de
interesse social, aquela voltada para as pessoas de baixa renda", avisou o
secretário. "Vamos avançar onde já está regularizado, entregando
escrituras, e também onde ainda não está regularizado, promovendo a
legalização", acrescentou Geraldo Magela.
A intenção é entregar o documento definitivo de propriedade
aos moradores da Cidade Estrutural, do Sol Nascente e da Vila Planalto, além de
começar a regularizar Vicente Pires e São Sebastião. Magela, no entanto, lembra
que a regularização depende também dos moradores. "Se dependesse só do
governo, nós entregaríamos todas as escrituras ainda este ano, mas os moradores
precisam procurar os postos da Codhab para entregar os documentos
necessários", advertiu o secretário.
Quem aderir ao "Mutirão das Escrituras", do
programa "Regularizou, é seu!", vai pagar cerca de 15% do valor
cobrado pelos cartórios para emitir as certidões necessárias à regularização.
Fazendo parte do Mutirão, a pessoa também não paga impostos como o ITBI,
cobrado pelo GDF quando há compra e venda de imóvel. Essas facilidades valem
até 31 de dezembro, prazo, renovado, que o GDF estipulou para o "Mutirão
das Escrituras".
Fonte: Andre Giusti, da Secretaria da Habitação do DF
Bancos começam a tomar fatias da caixa em Habitação
O maior apetite dos bancos privados e do Banco do Brasil
pelo crédito imobiliário ainda não ameaçou a liderança que a Caixa Econômica Federal
tem no segmento, mas tem encurtado a distância no ranking. Em 2013, o banco
público registrou participação de 41,6% nos financiamentos habitacionais
originados com recursos da poupança (SBPE) - o que exclui o Minha Casa, Minha
Vida, em que os privados não atuam. O segundo lugar, o Itaú Unibanco, tem
apenas 15%. Os dados são da Abecip e foram obtidos pelo Valor com o mercado.
Embora a Caixa ainda seja o principal nome da modalidade,
houve um tempo em que liderava com mais folga. Em agosto de 2012, quando bateu
recorde de desembolsos, sua fatia foi de impressionantes 55%. Pelas contas da
Caixa, que englobam universo mais amplo de operações com o MCMV, a participação
caiu de 56% em 2012 para 50,3% em 2013.
"Não é algo que nos preocupa e é natural que o líder
perca mais. Era utópico pensar em manter mais de 50% de participação",
afirma o diretor executivo de habitação da Caixa, Teotonio Rezende. Em 2013, a
Caixa liberou R$ 134,9 bilhões em crédito imobiliário, com crescimento de cerca
de 20%, puxado pelo programa habitacional do governo. A expectativa é de um
crescimento entre 15% e 20% neste ano.
Parte desse espaço foi perdido para outro banco público, o
Banco do Brasil, que registrou 12,6% de participação em 2013 nos desembolsos do
SBPE. O BB só passou a dar mais atenção ao crédito imobiliário em 2011, e tem
avançado sobre outra seara antes praticamente exclusiva da Caixa: o MCMV, que
usa recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). "Começamos
no Minha Casa em 2012 e vamos seguir ganhando participação no produto",
afirma o diretor de Crédito Imobiliário do banco, Hamilton Rodrigues.
"Nós "emprestávamos" nossos cliente para
outros bancos na hora do crédito imobiliário. Só que essa é uma operação que
fideliza e é rentável no longo prazo", afirma Rodrigues. "A tendência
é continuarmos a ganhar espaço."
Chama atenção outro contraste na divisão do mercado. O
segundo colocado, o Itaú, é o que tem as maiores taxas entre os cinco maiores,
considerando o ranking do BC. O banco cobra 10,76% ao ano na modalidade. Embora
não comente, uma das possibilidades é que a fama de ter uma das aprovações mais
rápidas do mercado contribua para essa posição. O banco também tem parcerias
com as imobiliárias Lopes e Coelho da Fonseca, e costuma financiar imóveis de maior
valor.
A demanda da pessoa física começou acelerada neste ano,
segundo Gilberto Abreu, diretor executivo de negócios imobiliários do
Santander. Para 2014, a Abecip, associação do setor, espera avanço de 15% nos
recursos desembolsados na modalidade.
Fonte: ABBC – Associação Brasileira de Bancos
Ministério das Cidades realiza seminário internacional com representantes do Brasil, Índia e África do Sul
O Ministério das Cidades, em parceria com a Universidade Federal
do ABC e a prefeitura de São Paulo, realiza na próxima quarta-feira (12/03), o
seminário internacional Cidades, Assentamentos Humanos e Desenvolvimento: rumo
a uma agenda de pesquisa aplicada e políticas públicas em países emergentes. O
encontro acontecerá até o dia 14 de março no auditório da biblioteca Mário e
Andrade, em São Paulo. Os interessados devem se inscrever pelo site e aguardar
confirmação. As vagas são limitadas.
O seminário é uma atividade do Grupo de Trabalho de
Assentamentos Humanos do Fórum de Diálogo índia-Brasil-África do Sul (GTAH
IBAS) e contará com autoridades governamentais, profissionais e intelectuais do
Brasil, da Índia e da África do Sul. O objetivo é avançar na agenda do GTAH
IBAS sobre a pesquisa aplicada e políticas públicas urbanas, além de subsidiar
os principais debates internacionais sobre sustentabilidade, redução da pobreza
e inclusão social nas cidades e áreas metropolitanas em países emergentes.
A palestra de abertura será apresentada pelo professor Edgar
Pieterse, do Centro Africano de Cidades da Universidade de Cape Town. Durante a
apresentação, será realizado um panorama dos desafios e as oportunidades das
cidades no hemisfério sul. Outros aspectos abordados durante o seminário serão
os desafios comuns aos três países (Índia, Brasil e África do Sul), como: a
defesa de um objetivo específico para cidades e assentamentos humanos na
formulação dos objetivos do desenvolvimento sustentável, a serem abordados a
partir de 2015. Também será discutido a formação profissionalizante, o
estabelecimento de redes e observatórios de pesquisa e o financiamento de
programas habitacionais também serão abordados.
O seminário internacional tem parceria do Ministério de
Habitação, Alívio a Pobreza Urbana da
Índia e do Departamento de Assentamentos Humanos da África do Sul e o apoio do
Instituto do Banco Mundial, da Aliança de Cidades, do South African Cities
Network e do Human Settlements Management Institute.
Serviço:
Seminário internacional Cidades, Assentamentos Humanos e
Desenvolvimento: rumo a uma agenda de pesquisa aplicada e políticas públicas em
países emergentes.
Data: 12, 13 e 14 de março
Local: Auditório da Biblioteca Mário de Andrade. Rua da
Consolação 94, Centro, São Paulo.
Horário: A partir das 08h30
Mais informações: ibsa.seminar2014@gmail.com
Fonte: Ministério das Cidades
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
MS - Plano Estadual de Habitação prevê entrega de 190 mil casas até 2023
O governador André Puccinelli (PMDB) participou, nesta
sexta-feira (28), da entrega do Plano Estadual de Habitação e da posse de 42
membros do Conselho das Cidades, na Governadoria, em Campo Grande. Este
documento prevê a entrega de 190 mil casas até 2023, em um investimento que irá
chegar a R$ 4,8 bilhões.
A proposta para identificação e planejamento de obras
habitacionais visa reduzir o déficit de moradias no Estado e foi elaborada a
partir de conferências nos municípios.
“Esse plano de habitação foi realizado em conjunto com os
prefeitos e entidades para possibilitar que nós pudéssemos planejar os
investimentos e projetos neste setor. Na área habitacional sempre conseguimos
gerar muitos empregos e se qualificarmos a mão de obra ainda teremos
profissionais com melhores remunerações”, pontuou Puccinelli.
Até 2023, o governo prevê déficit de 242 mil moradias no
Estado. Em contrapartida, já possui planejamento para a construção de 190 mil
casas, em um investimento de R$ 4,8 bilhões. No período de 2007 a 2014, o
número de residências já passa a marca de 60 mil.
De acordo com a arquiteta e coordenadora do Plano Estadual
de Habitação, Maria Tereza Palermo, a principal meta do trabalho se concentra
em identificar não apenas o déficit de moradias, mas onde estão as pessoas que
vivem de forma irregular para nortear a aplicação de recursos.
“É uma forma do governador não agir às cegas. Esse
planejamento vai ser revisto a cada quatro anos, pois sempre existem
modificações no setor para dar mais qualidade as ações e garantir diagnóstico
preciso”, comentou.
Para o secretário de Estado de Habitação, Carlos Marun, o
plano apresentado hoje serve de cartilha para os municípios. Ele também lembra
que a principal preocupação é quanto as famílias que vivem em situação de
vulnerabilidade, ocupando espaços em encostas, favelas e locais irregulares.
“Não há como zerar o déficit habitacional, até porque quando
o Estado está em desenvolvimento sempre haverá pessoas pleiteando moradia”,
admitiu o secretário.
Marun também questionou a entrega de casas por sorteio, como
ainda ocorre em Dourados, defendendo que a distribuição seja pautada em
políticas públicas de acesso “as pessoas mais necessitadas”.
Posse - Na solenidade também foi realizada a posse do
Conselho de Cidades, presidido por Marun. Composto por 42 membros, sendo 21
titulares e 21 suplentes, este tem por objetivo contribuir com sugestões para
os desafios da habitação nos municípios e foi reativado em 2007, quando
Puccinelli assumiu o governo do Estado.
“Nossas sugestões ao Executivo tem sido colocadas em
prática. Esse conselho funciona, não fica apenas no papel”, ressalta Marun.
Fonte: Campo Grande News
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
MS - Governo do Estado lança o Plano Estadual de Habitação na próxima sexta-feira
Garantir o direito à moradia digna, democratizando o acesso a terra
urbanizada. Esse é um dos objetivos específicos do Plano Estadual de Habitação
que será lançado na próxima sexta-feira (28) pelo Governo do Estado juntamente
com a Secretaria de Estado de Habitação e das Cidades às 9h no auditório da
Governadoria.
A elaboração do Plano de Habitação Estadual de Mato Grosso do Sul atende
a uma das condições exigidas pela Lei Federal nº 11.124/2005 que institui o
Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social (SNHIS).
Para a adesão ao SNHIS, Estados e Municípios devem apresentar seus
Planos Estaduais de Habitação de Interesse Social, procedimento adotado pelo
Governo do Estado que utilizou recursos disponibilizados pelo Fundo Nacional de
Habitação de Interesse Social e recursos próprios para elaboração do Plano
Estadual.
O trabalho desenvolvido para a elaboração do Plano levou em consideração
todos os dispositivos da legislação federal e estadual e se regeu pelos
conceitos, princípios e diretrizes orientadoras e observando a estrutura
básica, prazos e orientações contidas nos Manuais do Ministério das Cidades.
Após o lançamento do Plano será realizada na mesma solenidade a
assinatura do decreto de critérios de seleção além da posse dos novos
conselheiros do Conselho Estadual das Cidades e de uma homenagem aos antigos
conselheiros.
A cerimônia contará com a
participação do governador André Puccinelli, do Secretário de Estado de
Habitação e das Cidades Carlos Marun, além de prefeitos, conselheiros e
entidades e empreiteiras parceiras do Governo.
Fonte: SEHAC, Carina Dalpasquale
3° CONGRESSO INTERNACIONAL: SUSTENTABILIDADE E HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL – 3°CHIS 2014
Data: 28 de abril de 2014 a 30 de abril de 2014
Local: Teatro do Prédio 40 da PUCRS, em Porto Alegre
Organizado pelo Núcleo de Pesquisa em Habitação de Interesse
Social e Sustentabilidade da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do
Sul – PUCRS, vinculado à Faculdade de Arquitetura e Urbanismo - FAU.
O objetivo da terceira edição é aprofundar as discussões que
integram a sustentabilidade econômica, social e ambiental no tema da Habitação
de Interesse Social, bem como desencadear a
proposição de alternativas viáveis com vistas à produção de conhecimento
e ao avanço do trabalho conjunto entre universidade e gestores públicos, e a
difusão da produção científica nos cenários
nacional e internacional nessas áreas.
As temáticas abordadas:
Políticas Públicas na Área de Interesse Social e
Regularização FundiáriaCidade Informal
Projetos Arquitetônicos, Urbanísticos e Tecnologias
O 3°CHIS 2014 será realizado no período de 28 a 30 de abril
de 2014 no Teatro do Prédio 40 da PUCRS, em Porto Alegre.
Para maiores informações, favor acessar o site:
http://www.pucrs.br/eventos/chis/ ou entrar em contato através do e-mail:
chis.2014@pucrs.br.
Fonte: Site Construir Sustentável
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
DF - Planaltina terá empreendimento habitacional pelo "Minha Casa Minha Vida/Morar Bem"
Planaltina Parque terá 4.896 apartamentos
PLANATALTINA
(24/2/14) – O GDF reservou mais uma área, desta vez em Planaltina, para
instalar novo empreendimento habitacional do programa "Minha Casa, Minha
Vida/Morar Bem". O residencial Planaltina Parque terá 4.896 apartamentos e
é mais uma medida para que o governo alcance a meta de construir 100 mil
moradias de interesse social.
Do total de apartamentos, 80% serão destinados a famílias
que recebem até R$ 1,6 mil por mês, e 20%, para famílias com renda acima de R$
1,6 mil até R$ 3.275.
"As famílias que fazem parte da faixa 1 do programa
(que recebem até R$ 1,6mil por mês) só poderão comprometer 5% da renda mensal.
A menor prestação será de R$ 25. Já para as famílias faixa 2 (que recebem de R$
1,6 mil a R$ 3.275), a prestação será de até 30% da renda mensal",
explicou o secretário de Habitação, Geraldo Magela.
O Planaltina Parque contará com apartamentos de dois e três
quartos. A exemplo dos empreendimentos do "Minha Casa, Minha Vida/Morar
Bem", também será construído com total infraestrutura: rua asfaltada, água
encanada, luz e escritura. A construção ainda não começou, mas já existe
empresa responsável pelas obras: a Direcional Diamante.
"Para começar a construir, é necessário antes obter o
licenciamento ambiental e a aprovação do projeto urbanístico, ambos já em
andamento. A previsão é que a contratação com o agente financeiro e o início
das obras ocorram no segundo semestre de 2014", explicou o diretor de
Produção Habitacional da Codhab, Carlos Viana.
De acordo com o secretário de Habitação Regularização e
Desenvolvimento Urbano, Geraldo Magela, a região do residencial está localizada
num entroncamento rodoviário, o que facilita a implantação de conglomerados
urbanos. Além disso, segundo ele, está muito bem inserida na tática de
adensamento urbano, recomendado pelo Unihabitat - órgão da ONU para Habitação
-, e pelo Ministério das Cidades. "Esses adensamentos diminuem os valores
necessários para investimentos em rodovias, redes elétricas, estações de
esgoto, além de aproveitar os equipamentos públicos existentes", destacou.
Saiba mais - O local destinado ao Planaltina Parque é
ocupado, atualmente, pela Embrapa, que utiliza a área para pesquisas
agropecuárias. Porém, desde 2009, a área já estava incluída na região urbana,
definida pelo Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT). A Embrapa já foi
notificada da necessidade de desocupação, e o GDF negocia com a diretoria da
empresa um novo local para a realização de pesquisas.
O programa é coordenado pela Secretaria de Habitação,
Regularização e Desenvolvimento Urbano (Sedhab) e pela Companhia de
Desenvolvimento Habitacional (Codhab).
Fonte: Agência Brasília – www.df.gov.br
PR - Conselho do Fundo de Habitação aprova R$ 3,8 milhões em investimentos
O Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social (FMHIS),
organismo auxiliar da política habitacional do Município, vai investir R$ 3,8
milhões em projetos coordenados pela Companhia de Habitação Popular de Curitiba
(Cohab) com realização prevista para 2014. Os investimentos, que foram
aprovados pelo Conselho Gestor do Fundo em reunião realizada na sexta-feira
(21), irão subsidiar projetos de urbanização e reassentamento.
Do total de investimentos aprovados, R$ 1,05 milhão será
empregado em obras de infraestrutura, sistema viário e construção de 14
unidades habitacionais no Tatuquara, para atendimento de famílias que vivem em
situação de risco social. Outros R$ 556 mil irão para a construção de mais 13
casas em áreas que já contam com infraestrutura. Serão dez unidades na vila
Savana (Guabirotuba) e outras três na Vila Rigoni (CIC), para atender moradores
de áreas de risco.
Um subsídio de R$ 500 mil irá complementar o investimento na
obra de construção do Residencial Esperança – empreendimento de 80 apartamentos
a ser erguido no bairro Parolin. Outros R$ 300 mil serão utilizados para dar
apoio às operações de reassentamento de famílias. Durante a mudança para as
novas moradias, a Cohab fornece transporte e mão de obra para auxiliar os
reassentados.
Além disso, R$ 162 mil irão para a construção de uma casa
para atendimento de pessoas com necessidades especiais. Após a conclusão, o
equipamento será gerenciado pela Fundação de Ação Social (FAS). O restante do
investimento irá para custeio da estrutura de acompanhamento e fiscalização de
obras.
Conselho gestor
O Conselho Gestor do FMHIS tem caráter deliberativo e entre
suas atribuições estão a definição da destinação de recursos e o acompanhamento
e a avaliação da execução de programas habitacionais. É integrado por
representantes dos setores público, privado, além dos movimentos populares. O
atual presidente é o secretário municipal de Obras Públicas, Sérgio Antoniasse.
A Cohab, que é o agente operador do Fundo, tem um
representante no Conselho, assim como o Ippuc, a Secretaria de Finanças, a
Câmara Municipal, o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon PR) e
dois representantes dos movimentos populares escolhidos em eleição direta.
A principal receita do FMHIS é a arrecadação do mecanismo do
solo criado, um instrumento de gestão urbana previsto no Estatuto da Cidade.
Por meio dele, as empresas de construção civil podem acrescentar área
construída em seus empreendimentos, pagando pelo acréscimo. Os pagamentos pela
área acrescida vão para a conta do Fundo.
Fonte: Portal da Prefeitura de Curitiba
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